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Clima volta a esquentar na Câmara de Vereadores de Ilhéus após denúncias e troca de acusações

 

O clima voltou a esquentar na Câmara de Vereadores de Ilhéus durante a última sessão nesta quarta- feira( 27), marcada por acusações graves, desabafos emocionados e troca de ofensas entre parlamentares. O vereador Nerival Reis foi o primeiro a se manifestar, acusando seu colega, o vereador Tandick Resende, de perseguição política.

“Segundo Nerival, seu filho teria pedido exoneração de um cargo comissionado devido à pressão constante de Tandick, que, de acordo com relatos ouvidos por terceiros, teria feito insinuações sobre supostos “esquemas” envolvendo a distribuição de cimento para mutirões comunitários nas gestões passadas. Nerival afirmou que a prática tem respaldo em lei aprovada pela própria Casa Legislativa e negou qualquer irregularidade.

“Em seu desabafo, o vereador também acusou Tandick de tentar coagir seu assessor — chefe dos estagiários do município — para demitir uma estagiária indicada por ele”. “Segundo Nerival, essa seria mais uma prova de que o colega estaria promovendo perseguições por motivação pessoal, interferindo inclusive em decisões administrativas.”

Durante a mesma sessão, o vereador Vinícius Alcântara também se manifestou em apoio a Nerival, cobrando da presidência da Casa que coloque em votação o relatório da Comissão de Ética que investiga o comportamento de Tandick Resende. “A Casa não suporta mais conviver com os ataques desrespeitosos desse parlamentar”, declarou Vinícius.

Confira

 

Contra Vinicius e Nerival 

Em resposta, Tandick classificou as acusações como “meras narrativas” e afirmou que provará sua inocência na Justiça. No entanto, seu discurso inflamado rapidamente aumentou a tensão no plenário. O vereador citou uma viagem oficial a Brasília, onde teria presenciado Vinícius Alcântara, durante uma ligação, ofendendo a própria mãe — episódio que, segundo ele, revelou o verdadeiro caráter do colega.

A discussão terminou em troca de ofensas pessoais. Vinícius Alcântara chegou a chamar Tandick de “psicopata” e alegou que o comportamento do colega seria resultado de traumas de infância não resolvidos.

Diante do tumulto, parlamentares pedem agora que medidas sejam tomadas para restabelecer o respeito e a ordem dentro da Câmara de Ilhéus. A expectativa gira em torno da votação do relatório da Comissão de Ética, que pode definir os próximos passos no caso envolvendo Tandick Resende.

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