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BOCA NEWS: Denúncia de cobrança abusiva em Ilhéus repercute, mobiliza prefeitos e recebe elogios

Diante dos inúmeros casos registrados em diversas cidades do Brasil, especialmente naquelas com forte vocação turística, conhecidas por suas praias e belezas naturais, o tema das cobranças abusivas em barracas de praia ganhou repercussão nacional. Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu em Porto de Galinhas, no estado de Pernambuco, onde a prática de preços elevados para consumo em barracas resultou, inclusive, em agressões físicas contra um casal de turistas que se recusou a pagar um valor considerado abusivo apenas para sentar em cadeiras. O caso viralizou e acendeu um alerta em todo o litoral brasileiro sobre cobranças excessivas em áreas públicas das praias.

Seguindo essa prática adotada em outros estados, alguns proprietários de cabanas em Ilhéus- ba passaram a agir de forma semelhante, impondo cobranças abusivas. Uma turista, por exemplo, foi abordada em uma cabana identificada como Guarany e surpreendida com a exigência de um consumo mínimo no valor de R$ 500,00 apenas para se sentar de frente para o mar.

Após receber a denúncia, a equipe do Boca News investigou os fatos e constatou a irregularidade da cobrança. A denúncia foi publicada nas redes sociais do portal e rapidamente ganhou grande repercussão. A partir dessa exposição, prefeitos baianos passaram a tomar providências, entre eles Valderico Junior (Ilhéus), Bruno Reis (Salvador) e Nego de Saronga (Itacaré), que decretaram a proibição da cobrança de taxa mínima ou consumo obrigatório em barracas de praia.

Em Ilhéus, o prefeito Valderico Junior foi além e decretou a Praia Livre, além de instituir um selo de “Cabaneiro Legal”, que será concedido aos proprietários que cumprirem as normas e respeitarem os consumidores.

Diante de todos os fatos ocorridos em Ilhéus, diversos leitores e seguidores do Boca News parabenizaram o portal pela coragem, responsabilidade e compromisso com a população ao denunciar a prática abusiva. A reportagem contribuiu para que outros gestores públicos tomassem ciência do problema e adotassem medidas, evitando que moradores e turistas continuem sendo lesados por cobranças indevidas em espaços públicos.