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Mutirão de saúde para população Tupinambá movimenta Materno-Infantil em Ilhéus; unidade segue com atendimento pleno

 

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, promove neste sábado (4) um grande mutirão de atendimento pediátrico voltado às crianças da etnia Tupinambá. A ação realiza atendimentos no ambulatório da unidade e reforça o papel do hospital como referência no cuidado à saúde indígena e na formação de profissionais, sem comprometer a rotina dos demais serviços, incluindo a emergência obstétrica, que opera normalmente.

A moradora da aldeia Tupinambá “Taba Jairi”, Deisiane Pereira, de 37 anos, foi uma das beneficiadas pela ação. Vinda da região de Olivença, no litoral sul de Ilhéus, ela trouxe cinco dos seus dez filhos para avaliação pediátrica. Assim como ela, dezenas de famílias indígenas procuraram o hospital ao longo da manhã.

O mutirão é fruto de uma articulação entre o hospital, lideranças indígenas e a Faculdade Afya, de Itabuna, que disponibilizou professores e estudantes do 6º semestre do curso de Medicina para apoio às consultas. A ação também conta com o suporte da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e do Conselho Distrital de Saúde Indígena da Bahia (Condisi).

Hospital com missão formativa e compromisso social

A diretora-geral do HMIJS, Domilene Borges, destaca que o hospital é também um polo de ensino, pesquisa e produção científica em saúde. Durante o mutirão, os estudantes de Medicina atuam sob supervisão direta de professores da Afya, auxiliando nas triagens e atendimentos pediátricos.

“O contato direto com a comunidade é essencial. Aqui conseguimos vivenciar a realidade do SUS, aplicando na prática o que aprendemos na teoria”, afirmou a estudante Drielle Mascarenhas. O reconhecimento também vem das famílias atendidas. Eliandra Carvalho, da aldeia Igalha, destaca a segurança de contar com o suporte do hospital: “A gente sabe que pode confiar nos agentes de saúde nas aldeias, mas em casos mais graves é importante saber que temos esse apoio aqui”.

Acolhimento também com brincadeira

Além dos atendimentos médicos, o sábado teve espaço para alegria e interação. As crianças se divertiram com a presença dos cães adestrados Hera e Sky, da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe Cacaueira), que encantaram famílias, estudantes e colaboradores do hospital.

Funcionamento normal

Os atendimentos seguem normalmente, na unidade, incluindo a Emergência Obstétrica, que opera com plena capacidade.

“Vivemos um momento de pico que exigiu reorganização temporária, mas tudo já está normalizado. Aproveitamos para reafirmar nosso compromisso com a verdade e com a transparência. Os salários estão rigorosamente em dia e os pagamentos médicos, cujo prazo vai até o dia 10, já começaram a ser efetuados desde o dia 2”, esclarece a diretora da unidade.

Referência estadual no atendimento materno-infantil e indígena

Localizado em Ilhéus, o HMIJS é a única maternidade 100% SUS do sul da Bahia e o único hospital do estado habilitado pelo Ministério da Saúde para atendimento especializado à população indígena. É uma iniciativa do Governo da Bahia, sob gestão da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), com foco na humanização do cuidado e na defesa dos direitos da mulher e da criança.

Com 105 leitos de internação, sendo 10 de UTI Neonatal e 25 de cuidados semi-intensivos, o hospital oferece assistência integral à gestação de alto risco, partos complexos e atendimento clínico e intensivo a recém-nascidos e crianças. O funcionamento é 24 horas por dia, com portas abertas para obstetrícia e atendimentos pediátricos regulados, integrando-se com a rede de atenção primária.

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, promove neste sábado (4) um grande mutirão de atendimento pediátrico voltado às crianças da etnia Tupinambá. A ação realiza atendimentos no ambulatório da unidade e reforça o papel do hospital como referência no cuidado à saúde indígena e na formação de profissionais, sem comprometer a rotina dos demais serviços, incluindo a emergência obstétrica, que opera normalmente.

A moradora da aldeia Tupinambá “Taba Jairi”, Deisiane Pereira, de 37 anos, foi uma das beneficiadas pela ação. Vinda da região de Olivença, no litoral sul de Ilhéus, ela trouxe cinco dos seus dez filhos para avaliação pediátrica. Assim como ela, dezenas de famílias indígenas procuraram o hospital ao longo da manhã.

O mutirão é fruto de uma articulação entre o hospital, lideranças indígenas e a Faculdade Afya, de Itabuna, que disponibilizou professores e estudantes do 6º semestre do curso de Medicina para apoio às consultas. A ação também conta com o suporte da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e do Conselho Distrital de Saúde Indígena da Bahia (Condisi).

Hospital com missão formativa e compromisso social

A diretora-geral do HMIJS, Domilene Borges, destaca que o hospital é também um polo de ensino, pesquisa e produção científica em saúde. Durante o mutirão, os estudantes de Medicina atuam sob supervisão direta de professores da Afya, auxiliando nas triagens e atendimentos pediátricos.

“O contato direto com a comunidade é essencial. Aqui conseguimos vivenciar a realidade do SUS, aplicando na prática o que aprendemos na teoria”, afirmou a estudante Drielle Mascarenhas. O reconhecimento também vem das famílias atendidas. Eliandra Carvalho, da aldeia Igalha, destaca a segurança de contar com o suporte do hospital: “A gente sabe que pode confiar nos agentes de saúde nas aldeias, mas em casos mais graves é importante saber que temos esse apoio aqui”.

Acolhimento também com brincadeira

Além dos atendimentos médicos, o sábado teve espaço para alegria e interação. As crianças se divertiram com a presença dos cães adestrados Hera e Sky, da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe Cacaueira), que encantaram famílias, estudantes e colaboradores do hospital.

Funcionamento normal

Os atendimentos seguem normalmente, na unidade, incluindo a Emergência Obstétrica, que opera com plena capacidade.

“Vivemos um momento de pico que exigiu reorganização temporária, mas tudo já está normalizado. Aproveitamos para reafirmar nosso compromisso com a verdade e com a transparência. Os salários estão rigorosamente em dia e os pagamentos médicos, cujo prazo vai até o dia 10, já começaram a ser efetuados desde o dia 2”, esclarece a diretora da unidade.

Referência estadual no atendimento materno-infantil e indígena

Localizado em Ilhéus, o HMIJS é a única maternidade 100% SUS do sul da Bahia e o único hospital do estado habilitado pelo Ministério da Saúde para atendimento especializado à população indígena. É uma iniciativa do Governo da Bahia, sob gestão da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS), com foco na humanização do cuidado e na defesa dos direitos da mulher e da criança.

Com 105 leitos de internação, sendo 10 de UTI Neonatal e 25 de cuidados semi-intensivos, o hospital oferece assistência integral à gestação de alto risco, partos complexos e atendimento clínico e intensivo a recém-nascidos e crianças. O funcionamento é 24 horas por dia, com portas abertas para obstetrícia e atendimentos pediátricos regulados, integrando-se com a rede de atenção primária.

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