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O crescimento desordenado da “imprensa” na região cacaueira e a disseminação de Fake News

Nos últimos tempos, é visível o aumento de pessoas se autodenominando imprensa na região cacaueira, principalmente nas cidades de Ilhéus e Itabuna. No entanto, exercer o jornalismo exige mais do que presença digital: requer compromisso, tempo, dedicação e uma equipe preparada para entregar conteúdos de qualidade, seja em texto ou audiovisual.

De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o jornalismo deve ter como base o direito fundamental à informação, ao respeito e à transparência. O artigo 2º é claro: o acesso à informação de interesse público é um direito que não pode ser barrado por interesses pessoais ou políticos.

Porém, com a proliferação desenfreada de blogs e sites, surgiram também falsos profissionais da comunicação, que usam esses espaços para atacar, difamar e manipular, muitas vezes em troca de vantagens financeiras. Infelizmente, muitos políticos têm alimentado esse ciclo ao contratar esses “veículos” para atacar adversários, usando fake news como arma de disputa.

Nem amor ao jornalismo esses indivíduos demonstram ter. O objetivo de muitos não é informar, mas sim conseguir benefícios próprios ou agradar a grupos políticos. Esses “profissionais” mancham a imagem da verdadeira imprensa, que se baseia em ética, seriedade e responsabilidade.

A verdade é que essas mídias sem credibilidade não sobrevivem no mercado sério. Sem relevância e sem respaldo de grandes anunciantes, ficam à margem, espalhando desinformação para se manter visíveis. Não se pode chamá-los de jornalistas, nem de imprensa séria.

Jornalismo de verdade se constrói com princípios, respeito ao público e compromisso com a verdade — e isso, infelizmente, muitos desses personagens não têm.

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